Ivan Jubert Guimarães
15/03/2010



Tudo não passou de uma paixão inconsequente;
Parecia ser amor, mas foi uma fogueira de vaidades.
O orgulho esteve sempre acima de tudo e de todos,
E o que era para ser felicidade, virou solidão.


Não se deve culpar o amor, nunca, jamais,
Ele até que tentou predominar, mas não foi aceito;
E meio sem jeito ficou à espera de ser reconhecido,
Até que o destino resolveu acabar com tudo.


Não há paixão que resista ao desinteresse,
É um fogo que se apaga à primeira tempestade.
A saudade que fica se esvai lentamente.


É triste perder aquilo que se poderia ter tido,
Um mundo de alegrias, uma felicidade a dois,
Tudo quimera, já que nem amizade sobrou.



Ivan Jubert Guimarães


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