Ivan Jubert Guimarães
08/02/2011



Sou um pobre homem abandonado,
Eu que outrora fui grande amante,
Hoje a solidão é companheira constante,
E meu coração sangra de tão machucado.


Chega a ser engraçado a mudança da vida,
Não lembro quando deixei de ser criança,
E sempre mantive uma grande esperança
De um dia viver um amor sem despedida.


Deixei mulheres que me amaram
E fui deixado por aquelas que amei,
Esperei, esperei e elas nunca voltaram.


E se hoje me sinto um pobre coitado,
Quero saber de coisas que eu não sei.
Há curativo para um coração machucado?



Ivan Jubert Guimarães

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