Ivan Jubert Guimarães
23.04.2007


Nunca se sabe se o botão irá se abrir ou não;
Enquanto botão, é botão, ainda não é uma flor!
Mas quando se abre, que beleza! Enche o coração,
De perfume, de encantamento e de muito amor.


Uma flor quando em botão é meio sem graça,
É como se fosse uma jóia numa grande vitrine,
É uma garota bonita que pela gente passa,
E segue seu caminho calada e nem se exprime.


Agora quando desabrocha de fato em flor
Abrindo as pétalas maravilhosamente floridas,
Não importa se vermelhas, rosas ou qualquer cor,
O que importa é o frescor, a imagem colorida!


E quando eu olho em teus olhos tão azuis,
Vejo-te mulher, não mais uma menina,
Sinto no peito o reflexo dessa imensa luz,
Que me obriga dizer-te "te amo Débora Cristina!"



Ivan Jubert Guimarães
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