Ivan Jubert Guimarães
19/08/2011


Sempre que caminho pela estrada da vida
Sigo por caminhos de alegria ou torturas,
Sinto, muitas vezes, a esperança perdida,
E, em outras, desejos de fazer loucuras.


Pelos caminhos mantenho diversos encontros.
Amigos, ou desafetos que causam tormentos,
Que já perdoei, mas ainda não estão prontos
Para transformarem em perdão estes momentos.


Para um poeta que ama e ouve ser amado
Nada mais tem importância na caminhada
Mesmo andando e procurando por todo lado
Até descobrir a companheira, mulher amada.


E, assim, sentindo o peito bater apertado,
Um nó na garganta, eu sigo em frente,
Sinto-me valente e jamais um coitado,
E meu coração bate cada vez mais saliente!


Ivan Jubert Guimarães

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