Ivan Jubert Guimarães

13/09/2015
 

 

 

 Não sei quem contou, mas segundo o último censo estelar, existem 300 setilhões de estrelas brilhando no Universo.

Os astrônomos dizem que o não se pode afirmar com certeza o tempo de vida dessas maravilhas, algumas vivem milhões de anos, outras bilhões. Mas existem estrelas que vivem bem menos do que isso.

Quando olhamos para o céu à noite vemos milhares de estrelas luzindo no firmamento e é difícil de acreditar que muitas delas já morreram, mas de tão distantes suas luzes ainda brilham a caminho do planeta.

Pensando assim é fácil admitir que uma estrela brilhe para sempre. A estrela de que falo viveu apenas sessenta anos, mas sua luz, com toda a certeza, vai continuar brilhando lá no céu. Uma estrela tem luz própria e o brilho é perene.

Quando algum astrônomo descobre uma nova estrela, é comum que ele a batize, mas dada a numerosa quantidade delas no firmamento, não existiriam nomes suficientes para cada uma delas e, então, o batismo se dá por nomes estranhos, numa combinação de letras e números.

A estrela de que estou falando tem um nome de batismo como nós temos aqui na Terra. Ela se chama Betty Lago, cujo brilho continuará brilhando na eternidade e ainda poderemos vê-la inúmeras vezes nas telas dos televisores nos trabalhos que executou de forma tão reluzente.

Claro que entristece quando alguém querido parte para outra dimensão. Mas, para quem acredita na eternidade da vida, fica mais fácil aceitar a separação, pois o reencontro é inevitável.

Quando nos referimos ao Céu, imaginamos um lugar azul, com nuvens branquinhas passando de lá para cá sobre um lindo jardim. Pois bem, o Céu, agora, ganhou um Lago!

 

Ivan Jubert Guimarães

 

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Midi: Once upon a time in the west