Ivan Jubert Guimarães

20/10/2018

 

 

Quando comparado com o resto da América Latina, vejo o Brasil como um grande petroleiro navegando por águas turbulentas e os demais países como pequenas embarcações. Estas embarcações, mais fáceis de manejar, conseguem mudar de rumo com uma simples guinada do leme. Já o petroleiro começa a virar o leme muito antes de chegar ao ponto desejado. É por isso que para mudar de rumo, o Brasil precisa de mais tempo do que os países vizinhos. Mas quando vira, faz tanta marola que enche os outros barcos de água.

Apesar de gigantesco esse petroleiro faz tempo que não tem um capitão à sua altura, que possa tomar decisões rápidas e liderar uma enorme tripulação evitando que se amotine, coisa muito comum em viagens muito longas que fazem o navio ficar muito tempo no mar.

Entretanto esse grande navio precisa tomar o rumo certo e, para isso, faz-se necessário trocar o comandante e muitos membros da atual tripulação, afinal o navio não pode afundar, pois muita gente depende dele navegar com segurança e chegar a portos seguros.

O capitão que será o comandante do navio precisa ser escolhido com muito critério, pois não haverá mais tempo se uma decisão errada for tomada.

O problema de se navegar em segurança está em se defrontar com piratas armados, hoje verdadeiros terroristas que se acham escolhidos por Deus. São fundamentalistas perigosos que atacam tanto no mar quanto em terra firme e nosso petroleiro corre perigo, porque esses piratas são de países ricos em petróleo que não hesitariam em afundar nosso barco.

Nosso navio, em caso de ataque, não tem munição para um dia de guerra contra esses piratas que são armados por potências comunistas.

O que precisamos, todos, fazer é reativar nosso sentimento de patriotismo, içar nossa bandeira no mastro principal e, se for o caso, colocar os traidores da pátria na prancha para serem jogados ao mar.
 

 

Ivan Jubert Guimarães

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