(Um relato de uma cirurgia cardíaca para implantação de três pontes de safena e de uma mamária)
09 a 27/12/2010
 

 

 

 

 

Primeiro veio a madrugada quente. No quarto, o barulho do circulador de ar que mais parecia o motor de um antigo DC-3.


A dor chegou com ares de uma nevralgia, primeiro nas costas, em seguida no peito bem no centro do externo, subiu para as faces e mandíbulas. Levantei-me e desliguei o aparelho de ar e caminhei até a sala e liguei a televisão sentando-me no sofá.


A dor desapareceu o que me elevou a pensar que não pode haver nada pior que a programação de uma televisão. Voltei ao quarto para dormir.


Logo depois de me deitar, a dor ressurge fazendo com que eu me sentasse na cama e, imediatamente, iniciei exercícios de respiração. A dor desapareceu e pude dormir tranquilamente.


No dia seguinte, um forte cansaço de uma noite mal dormida. A quarta-feira passou lenta e monótona. Preparei meu almoço, assisti aos jornais da tarde e tirei um cochilo.


Quando a noite chegou, me encontrou ainda cansado. Terminado o jantar, não lavei a louça. Assisti a um filme e depois vi um pouco de futebol. Não acabei de ver o primeiro tempo do jogo e fui para a cama.


Ao me deitar, acho que a dor já me esperava e logo me abraçou como uma amante insaciável. Foi um abraço apertado. As costas e o peito sentiram o aperto e como se estivessem sendo espremidos, subiram à cabeça e me atingiram as duas faces simultaneamente, como duas bofetadas que se expandiram por toda a cabeça, fazendo com que eu me levantasse com a rapidez de um raio.


A exemplo da noite anterior dirigi-me à sala e, novamente, liguei a TV. O futebol ainda estava na tela. Era uma prorrogação, assim como minhas dores. Precisava falar com alguém e peguei o telefone. Ao ouvir a voz do outro lado, perdi a vontade de falar, não queria me queixar e mostrar dependência. Era minha ex-esposa que insistia para que eu falasse. Disse que não, desliguei o telefone e voltei para a cama. Péssima ideia! As dores, que haviam dado um trégua em seus ataques, voltaram a me envolver com mais força desta vez.


Imaginei que elas pulavam na cama de alegria e contentamento por me verem chegar. Eu me senti aprisionado e tive que fazer muito esforço para me levantar e ir telefonar. Não foi preciso mais do que uma palavra, bastou dizer "vem".


Juntei as forças para me levantar do sofá e destrancar a porta. Minutos depois, que me pareceram horas, escutei a porta sendo aberta. Logo em seguida, eu já estava sentado no banco dianteiro do carro rumo ao Hospital do Coração. Felizmente, as dores não tiveram tempo de entrar. No hospital, o atendimento foi quase simultâneo à minha chegada.


Após o eletrocardiograma, o choque de saber que eu ficaria internado para um cateterismo no dia seguinte. Eram 02h30min da manhã de quinta-feira e eu teria que esperar até o dia seguinte para fazer o exame, isto devido a um medicamento que havia tomado à noite para controle do diabetes.
Eu que já fizera um sem número de ECG em meus exames de rotina, fiquei apreensivo, pois os mesmos nunca acusaram qualquer anomalia. Já havia sido informado, anos antes, por um cardiologista, que o ECG estático só acusa alguma irregularidade quando esta for significativa. Assim, a expectativa e a ansiedade tomaram conta de mim. Era o dia 9 de dezembro que, para mim, seria o mais longo dos dias.


Veio a sexta-feira e o fatídico exame. Confesso que eu não era marinheiro de primeira viagem. Já havia passado por dois cateterismos e uma angioplastia anteriormente. Mas nunca havia sentido o que senti neste exame: medo e dor.


Cerca de uma ou duas horas depois, o diagnóstico dado pelo chefe da equipe médica: graves lesões no coração, inclusive na artéria onde carrego dois stents. Disse que havia três opções: tentar a colocação de mais stents, mas que isso seria praticamente impossível, pois uma das lesões estava exatamente na bifurcação da artéria principal com outra artéria. A segunda seria tentar tratamento à base de medicamentos, medida que seria totalmente ineficaz. Restava, então, apenas uma alternativa: cirurgia para implantação de três ou quatro pontes de safena e mamária na próxima quarta-feira.


Não resisti e perguntei a ele se com safenas e mamárias eu seria um safenado ou um mamado. Além disso perguntei se ele acreditava em reencarnação e ele disse que sim. Aí eu lhe disse que também acreditava e que se algo desse errado eu voltaria para um acerto de contas.


O impacto foi forte, entretanto, o choque foi menor do que poderia supor. Perguntei ao chefe da equipe, por uma quarta opção qual fosse eu não optar por nenhuma das alternativas anteriores e não fazer absolutamente nada e quanto tempo eu teria. Ele disse que não poderia prever, mas de todas as opções esta era a menos viável, mas que era meu direito escolher. Fiquei de pensar.


No fundo, nenhuma das alternativas me eram interessantes, embora apenas uma delas me garantiria a vida. Eu tinha que fazer uma escolha e tinha que fazer a escolha certa. Escolhi aquela que me possibilitaria viver, apesar dos riscos de uma cirurgia cardíaca para alguém com meu biotipo.
Decisão tomada, era preciso acioná-la. Avisei o médico e começaram, então, os preparativos pré-cirúrgicos. Exames sucessivos, repouso em uma Unidade Coronária toda monitorada, onde, aliás, eu já estava instalado.


Apesar do receio de ter que fazer uma cirurgia cardíaca, tive que aceitar o fato numa boa. No momento em que escrevo, faltam dois dias para minha operação e tenho procurado, nesse tempo, me informar sobre todos os procedimentos pelos quais deveria passar, duração da cirurgia, tempo de internação, recuperação, fisioterapia. Perguntei ao médico que iria me operar, outro chefe de equipe, indicado por uma médica amiga e que é o papa neste tipo de cirurgia, se a operação iria me curar da hipertensão. Ele me disse que não, pois a hipertensão tem características genéticas e que é uma doença com a qual nascemos predispostos a desenvolver.


Pessoalmente eu não concordo com isso, pois o primeiro hipertenso do mundo herdou a doença de quem? Será que veio com a doença somente para passar aos outros? Isto seria justo? E este meu pensamento vale para todas as doenças ditas hereditárias. Mas não sou médico e não posso garantir nada. Tenho, entretanto, minhas convicções de que somos aquilo que pensamos e, assim, afirmo que 100% das doenças são psicossomáticas, inclusive as minhas. Claro que carregamos os genes de nossos antepassados conosco, mas eles só irão se manifestar se nós assim o permitirmos.


Se nós cremos em um Deus e se acreditamos que ele é justo, por que nasceríamos com doenças daqueles que nos geraram? É justo? Alguns poderão dizer que se trata de carma. De novo a pergunta: é justo? Então o carma não existe? Claro que existe, mas o carma não é uma imposição divina, senão, onde fica o livre arbítrio?


Mas voltando à cirurgia cardíaca. Tudo o que me aconteceu foi criado por mim mesmo. Eu fui imprudente com minha alimentação, com meu sedentarismo, deixei que me provocassem estresse, fumei durante trinta anos, sempre bebi meu aperitivo e minha cerveja. Dá para resistir a uma caipirinha acompanhada de torresmos?


Se eu sou dono de minha vontade, por que vou me deixar levar pelas tentações?


Nestes dois dias que antecedem à cirurgia, tenho rido e conversado bastante com os médicos e com a equipe de enfermagem. Nesta UTI em que estou, cada enfermeiro atende apenas a dois pacientes e, sendo assim, passamos um longo tempo conversando sobre os mais variados assuntos. E sempre se aprende coisas novas com pessoas novas.


Já sei de cada detalhe de minha futura cirurgia, sei de tudo porque deverei passar. Conhecendo o inimigo fica mais fácil vencê-lo.


Mas, e se não der certo?


O médico que irá me operar é um renomado cirurgião reconhecido mundialmente e assumiu meu caso atendendo a um pedido de meu anjo da guarda, minha querida nefrologista.
Mas voltando à pergunta sobre algo que possa dar errado e eu não sobreviver. Tenham certeza de uma coisa, vocês perderão o final desta história. Quanto a mim, continuarei minha jornada em outra dimensão, assistindo a tudo de camarote.


A possibilidade existe, afinal estamos vivendo no reino de todas as possibilidades e como um irmão querido já disse tempos atrás: "a casa de meu Pai tem muitas moradas".


Aqui onde estou a equipe de enfermagem parece ser constituída por anjos. Desde o início de minha internação, há cinco dias, fui atendido por vinte e três enfermeiros diferentes, sem falar nas repetições de escala que propiciaram que muitos deles tenham me atendido por mais de uma ou duas vezes. Foram doze médicos até agora, que tiveram contato pessoal comigo, além de uma nutricionista e de uma voluntária que já me visitou duas vezes. Enfermeiros e enfermeiras aparecem em meu quarto apenas para me cumprimentar como se fôssemos velhos amigos. Na verdade, somos novos amigos. Sei da vida e projetos de muitos deles.


Minha cirurgia foi reprogramada para a quinta-feira, uma vez que a equipe foi trocada.
A terça-feira correu normalmente, mas na madrugada de quarta-feira, um novo susto. Fui despertado para uma coleta de sangue e, logo em seguida, novas dores. Chamei os enfermeiros e fui prontamente atendido tendo que fazer três ECG e ser medicado com morfina. Não sei a razão disso, pois as dores não eram assim tão fortes.


Passei o dia de cama e, como nos dias anteriores, recebi visitas de amigos e muitos telefonemas. Minha ex-esposa também me falava dos e-mails que estavam chegando.
Agora são mais de 22 horas e já entrei em jejum. A cirurgia deverá ser feita amanhã, às 7 sete horas. Estou com o corpo todo depilado e a falta de sol me faz parecer uma estátua de mármore.


Há pouco esteve em meu quarto o enfermeiro chefe de plantão para me dar as últimas instruções sobre a cirurgia, de como será o período na UTI pós-cirúrgica, no quarto e após a alta. Será um período difícil, mas tenho confiança que contarei com a ajuda de Deus e tudo dará certo.


Na hipótese de algo dar errado e eu não sobreviver já deixei instruções para minha ex-mulher e filha.
Confesso que neste instante estou um pouco nervoso. Uma enfermeira-chefe me disse ontem à noite que eu sou uma pessoa especial e que Deus precisa de mim. Espero que ele precise de mim aqui na Terra. Mas também estou pronto para obedecer a vontade do Pai onde Ele precisar de mim.
 

FIM?


 

 

 

 

 

 

No caminho para o Centro Cirúrgico os enfermeiros foram me desejando boa sorte e dizendo que logo eu estaria recuperado. Confesso que eu estava bem tranquilo e assim que a maca entrou na sala de cirurgia, vi um monte de pessoas mascaradas, mas não vi o médico que iria me operar. Estavam todos me esperando e já fui falando: "Estão todos com os salários em dia? Ninguém brigou com a mulher? Então podem me abrir"


Havia na sala dois médicos, ou residentes, que trabalham no Hospital em que sou voluntário. O primeiro é filho do Diretor Geral e o segundo que me reconheceu, não deu tempo de ver, pois apaguei sobre o efeito anestésico.


Não sei o que aconteceu durante a cirurgia, dormi o tempo todo como se estivesse diante da televisão.
Eu me lembro de minha chegada à UTI, ouvia rumores de vozes e acho que via vultos brancos. Bem, também poderia ser o céu, se é que eu mereço ir para lá.


Também não sei quanto tempo fiquei sob o efeito dos sedativos, mas, de repente, ouvi uma voz feminina me chamar. Não me manifestei, pois me lembrei das instruções que o enfermeiro-chefe havia me dado, que era para eu não tentar falar enquanto estivesse entubado. É que o tubo fica encostado na traquéia e alguma coisa fica encostada nas cordas vocais para dar apoio e evitar machucados.


A voz continuava: "Vamos acordar senhor Ivan e retirar este tubo?" Fiz sinal de positivo e logo depois senti que aspiravam minha garganta e o tubo foi retirado. Pensei comigo mesmo: "bem-vindo à vida".
Ainda dormi mais um pouco e não me lembro se acordei com um prato de sopa na minha frente.


Na manhã seguinte, meu leito era o primeiro perto do local onde ficavam as enfermeiras. Devia haver uns dez leitos naquela sala. A enfermeira designada para me acompanhar naquele primeiro dia de UTI viu meus curativos e se preocupou com as queimaduras provocadas pelo esparadrapo tipo micropore ao qual sou alérgico. As dores que eu sentia pelas queimaduras eram intensas, mas eu julgava que fosse por causa dos cortes. Eu tinha seis incisões nas pernas e uma grande no peito além do buraco para drenagem e os acessos para aplicação de medicação endovenosa.


Ela começou a substituir os curativos e a cada leve puxada do micropore eu sentia que a dor iria me matar. Logo depois eu estava de curativos novos, com outro tipo de esparadrapo chamado de medipore.


Tinha que ficar deitado de costas o tempo todo e isso teria que ser durante 40 dias. Chega um momento em que você não aguenta mais as dores nas costas. Estava faminto e quando o almoço chegou uma decepção: apenas uma tigela de sopa. Antes da cirurgia eu escolhia em um cardápio o que gostaria de comer e, agora, tinha que me contentar com uma sopa rala e sem sal.


Na noite daquela sexta-feira, uma enfermeira disse que eu seria transferido de UTI, pois estava bem e iria para um quarto com apenas mais um leito e onde poderia, inclusive, ver televisão. Assim foi feito mas, logo em seguida, fui transferido para o quarto em frente. Pois no outro eu corria o risco de infecção hospitalar. A enfermeira que cuidava de mim na outra UTI me acompanhou e cuidou de mim e de outra paciente durante toda a noite.


O momento mais delicado foi quando ela resolveu que eu deveria tomar banho, na verdade o banho na UTI é dado com uma esponja ensaboada e toalhas, mas é muito constrangedor ver uma linda jovem banhar seu corpo.


Às vezes eu acordava e a via sentada perto de meu leito. Dizia para ela dormir um pouco e ela me respondia que tinha que tomar conta de seus pacientes, eu e uma senhora que roncava ao lado.


Sábado: uma alegria chega com o dia, embora numa UTI todos os dias sejam iguais. Creio que a diferença entre uma UTI e o inferno seja a temperatura. Mas o sábado trouxe um novo enfermeiro que resolveu trocar, de novo, meus curativos. Tive vontade de bater nele. No meio da manhã um médico me avisa que eu seria conduzido para o quarto dali a pouco. Eu ainda nem havia completado 24 horas de UTI e já iria para um quarto. O enfermeiro me disse que isso ainda iria demorar, que não era para eu me empolgar.


O almoço já foi um pouco melhor e logo depois seria o horário de visitas. Antes delas, porém, vieram duas moças e recebi duas bolsas de sangue. Minha ex-mulher e filha foram avisadas de que tão logo eu terminasse de receber o sangue iria para um quarto e que isso levaria mais ou menos uma hora e meia. Fora avisado por uma enfermeira que minhas acompanhantes já estavam no hospital.


Quase quatro horas depois eu ainda estava naquele quarto, completamente sozinho, sentado em uma poltrona e com os leitos no corredor. Foi um treino de paciência.


No início da noite de sábado eu dava entrada em meu quarto. Sábado é realmente um dia diferente.
 

 

 

 

 

 

 

 

O primeiro contato com um espelho, após dez dias, foi surpreendente. Tirei o avental e olhei fixamente para a imagem refletida na parede do banheiro. Lembrei-me da criação do Dr. Frankenstein, um corpo todo costurado e cheio de hematomas. Olhei para meu peito e vi que meu coração sorria por me ver. Eu estava vivo, e isso era o que de fato importava. Era mais uma batalha vencida, sinal de que Deus realmente precisa de mim para alguma coisa.


Minha estadia no quarto estendeu-se um pouco mais que o previsto e a possibilidade de passar o Natal em casa desvaneceu-se na antevéspera, devido a um início de febre. Foram muitos exames e o resultado foi passar o Natal dentro do hospital. Lembrei-me de que dias antes eu havia escrito um texto no qual dizia que gostaria de passar o Natal sozinho. Pois bem, nós temos que ter muito cuidado com o que pedimos, pois mais dia, menos dia, poderemos ser atendidos.


Na manhã do primeiro dia, um domingo, começaram os exercícios de fisioterapia. Estes exercícios servem para ampliar a capacidade pulmonar que fica reduzida devido o efeito da anestesia geral.
Os banhos de chuveiro eram uma delícia e a comida voltou a melhorar e eu, novamente, podia escolher no cardápio o que iria comer no dia seguinte.


Minha estada no quarto foi recheada por visitas e acompanhamento da equipe de enfermagem e, a exemplo do que ocorrera na UCO, fiz grandes amigos. Nunca me senti tão querido pelas pessoas como nesses dezoito dias de internação. Enfermeiros vinham ao meu quarto apenas para me visitar e eu fui retribuir a visita em minhas pequenas caminhadas.


Minha recuperação era rápida e eu jamais poderia imaginar que uma cirurgia cardíaca me deixaria apenas dois dias numa UTI dez dias no quarto, onde eu andava, ria e brincava com todos.
A alta hospitalar veio numa segunda-feira pela manhã e vim para minha casa, onde estou escrevendo estas linhas.


Passei o Ano Novo na casa de minha ex-esposa, junto com minha filha, mas não esperei dar meia-noite devido ao cansaço. Dormi pouco depois das dez. No dia seguinte fui visitar uma tia em um hospital e, durante a semana, saí para jantar fora com minha ex-mulher.


Se tivesse quebrado um pé, talvez estivesse na cama todo esse tempo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Esta história não teria chegado a este final, não fosse a ação rápida e eficiente de Márcia, minha ex-esposa que com determinação levou-me a tempo para o hospital.
Foi muito bom receber o carinho de meus filhos, Maurício e Aline.
A doutora Alexandra fica meu agradecimento pela interferência no sentido de que eu fosse operado pelo melhor cirurgião do país.


Aos meus amigos e amigas, reais e virtuais, que manifestaram sua solidariedade sob a forma de energia. Em diversos momentos senti essa manifestação.
Aos meus primos e primas que me visitaram ou telefonaram.
Aos amigos que não conheço e que me conhecem apenas pelos meus escritos, mas que também se manifestaram com e-mails ou telefonemas.


Aos doutores Enio Buffolo e equipe, Dr. Carlos, Dr. André. Dr. Pedro, Dra. Adriana, Dra. Rosa, Dra Ieda, Dr. Reinaldo, Dr. André, Dr. Enilton.


Às enfermeiras que me atenderam na UTI Raquel, Laissa, Mari, Andréia, Carol e Aline e ao Sebastião.
Aos enfermeiros e técnicos de enfermagem Cristina,Gilda, Vanessa, Marisabel, Sonia, André, Gilson, Elvis, Josué, Leandro, Isabel, Zoé, Jessé, Alceu, Alessandro, Carlos, Douglas, Adriana, Orlando, Ricardo, Fernanda (morena), Regis, Fernanda (loura), Cristiano, Ângela, Sebastião, Orlando II, Dília, Priscila, Patrícia, Érika, Lisneuza, Karla, Daniel, Alda, Anne, Cleonice, Fernando, Evandro, Renato, Cícero, Cláudio, Ronilson, Cristiane e Fernanda.


À psicóloga Juliana.
Aos fisioterapeutas Pingo, Renata, Antonio, Michele, Thiago, Joel, Camila, Cínthia.
Ao pessoal da limpeza em meu quarto Rita, Sandra e Zéfa.
Ao pessoal da Copa Deusa e Reinalda.
Ao pessoal do Raio X Leonardo e Wallace.
Ao enfermeiro do ECG Eldo (Bozo)

Todo esse pessoal me deu atendimento enquanto eu estive internado. Faltam nomes ainda, que não pude anotar por estar sedado ou dormindo, ou ainda pela simples falta de oportunidade.
A todos estes anjos o meu agradecimento especial e que Deus saiba recompensar a todos.
 


 

 

 

 

Ivan Jubert Guimarães

 

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